Trilostec
O TRILOSTEC® é indicado para o tratamento do hiperadrenocorticismo hipófise-dependente e adrenal-dependente em cães.
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Indicações
TRILOSTEC® é indicado para tratar o hiperadrenocorticismo de origem hipófise-dependente e adrenal-dependente em cães.
Posologia
Administrar por via oral, uma vez ao dia, junto às refeições.
Contraindicações
Não usar em animais com peso inferior a 3 kg; Não usar em animais com doença hepática primária e/ou insuficiência renal; Não usar em fêmeas gestantes ou em lactação ou em animais destinados à reprodução; Não usar em animais com hiperadrenocorticismo iatrogênico. Usar com cautela em animais com quadro pré-existente de anemia, devido a redução do volume globular e da concentração de hemoglobina. Recomenda-se o monitoramento regular dos animais tratados. O médico veterinário deve ser informado a respeito de qualquer reação adversa observada que esteja descrita ou não nessa bula.
Princípios ativos
Apresentações
| Apresentação |
|---|
| Comprimidos 10mg, cartucho (30 comprimidos) |
| Comprimidos 20mg, cartucho (30 comprimidos) |
| Comprimidos 40mg, cartucho (30 comprimidos) |
Restrições de idade/peso
Não usar em fêmeas gestantes ou em lactação ou em animais destinados à reprodução.
Composição
Cada comprimido de 150 mg contém: Trilostano: 10 mg Excipiente q.s.p. 150 mg
Cada comprimido de 300 mg contém: Trilostano: 20 mg Excipiente q.s.p. 300 mg
Cada comprimido de 600 mg contém: Trilostano: 40 mg Excipiente q.s.p. 600 mg
Farmacologia / Modo de ação
O trilostano é um esteroide sintético que atua como um inibidor competitivo e reversível da enzima 3-beta-hidroxiesteróide desidrogenase. Esta enzima é crucial na síntese de mineralocorticoides, glicocorticoides e esteroides sexuais. Ao inibir essa enzima, o trilostano reduz a produção desses hormônios, sendo utilizado principalmente no tratamento da hiperadrenocorticismo (síndrome de Cushing) em cães.
Após administração oral, o trilostano é absorvido pelo trato gastrointestinal. A absorção pode ser influenciada pela presença de alimentos, que podem aumentar a biodisponibilidade do fármaco. Uma vez na corrente sanguínea, o trilostano é distribuído pelos tecidos do corpo. Ele se liga parcialmente às proteínas plasmáticas. O trilostano é metabolizado principalmente no fígado. Seus metabólitos ativos também contribuem para a inibição da síntese de esteroides. Os metabólitos do trilostano são excretados principalmente pela urina, com uma pequena parte sendo eliminada pelas fezes.
Efeitos colaterais
Anorexia, letargia, vômitos, inapetência, diarreia, descamação da pele, em geral, são autolimitantes e podem ser corrigidos pelo ajuste de posologia. Além de, ocasionalmente, outros efeitos típicos de hiperadrenocorticismo (hipercalemia, hiponatremia e choque hipovolêmico).
Interações
Animais que estejam em tratamento com fármacos: mitotano, cabergolina, ciproheptadina, ácido retinóico, cloridrato de selegilina (L-deprenil), metiropona, cetoconazol, dexametasona, hidrocortisona, prednisona, predinisolona (interferência nos resultados do ACTH) e barbitúricos.
Recomendações
Venda sob prescrição do Médico Veterinário.
Armazenamento
Conservar o produto em sua embalagem original, a temperatura ambiente (entre 15 e 30 °C), em local seco e ao abrigo da luz solar direta, calor e umidade.
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