Permetrina
Produtos com Permetrina (26)
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Elanco
Advantage Max3
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Biogénesis Bagó Pet
Astor Antipulgas
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Vansil
Cypermeit Spray
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Virbac
Defendog spray
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Vansil
Ectolin
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Lavizoo
Ectopar ponta de orelhas
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Ibasa
Efipet 3+
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Boehringer Ingelheim
Frontline® Tri-Act
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Vetoquinol
Frontmax coleira
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Agener União
Garma IGR Shampoo
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Agener União
Garma IGR Spray
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König
Medisyn Shampoo
- Ver os 26 produtos
Permetrina pode integrar formas tópicas contra ectoparasitas, mas formulações não são intercambiáveis. Escolha pela espécie, pelo alvo e pelos demais componentes. Produtos caninos com permetrina podem intoxicar gatos por aplicação direta ou contato com cães recém-tratados.
Ectoparasitas e espécie
Identifique o ectoparasita e a espécie antes de escolher. Pulgas, carrapatos e insetos vetores não exigem a mesma cobertura em todo paciente. A indicação depende da formulação e dos componentes associados. Em casas com gatos, avalie também o risco de contato com o cão tratado. Não aplique uma forma canina no gato nem conclua que concentração menor torna outra forma adequada à espécie.
Permetrina e associações
Há associações com imidacloprida, fipronil, piriproxifen, dinotefuran ou outros componentes. Compare o alvo de cada fórmula, sem atribuir todo o espectro à permetrina. As pipetas caninas com imidacloprida ou com dinotefuran e piriproxifen proíbem uso em gatos. A coleira canina com fipronil e piriproxifen também tem essa restrição. A presença de um ativo compartilhado não permite trocar a espécie ou a via de uso.
Como aplicar
A aplicação deve seguir a forma exata e a faixa de peso. A pipeta canina com imidacloprida orienta pele seca e distribuição em pontos diferentes conforme o peso. A associação com butóxido de piperonila e metopreno manda separar gatos e demais cães dos animais recém-tratados e impedir lambedura do local. Respeite esses cuidados e as restrições de idade, peso e condição clínica. Não transfira volume, técnica ou intervalo entre pipeta, coleira, spray e xampu.
Quando reavaliar
Persistência de ectoparasitas pede conferir aplicação, peso, exposição à água, intervalo e manejo ambiental. Não repita a aplicação antes de revisar a fórmula e os contactantes. Tremores, convulsões ou outros sinais após exposição à permetrina exigem avaliação imediata, especialmente em gatos. A intoxicação não é falha de controle parasitário e não deve ser manejada com outra aplicação. Revise também se houve contato com um cão recém-tratado.
Perguntas frequentes
Uma pipeta canina com permetrina pode ser aplicada em gatos?
Não. As associações caninas citadas proíbem uso em gatos. Aplicação de produto canino e contato com animais recém-tratados podem causar intoxicação felina.
Concentração menor prova segurança para gatos?
Não. A espécie, a formulação e a indicação precisam corresponder ao paciente. Não escolha uma forma pela concentração isolada nem adapte uma apresentação canina ao gato.
O gato pode lamber o cão após a aplicação?
Evite esse contato. A associação canina com butóxido de piperonila e metopreno orienta separar os animais recém-tratados e impedir lambedura do local de aplicação.
Tremores após exposição permitem esperar a próxima consulta?
Não. Sinais neurológicos após exposição exigem avaliação imediata, especialmente em gatos. Suspenda nova exposição e investigue aplicação direta ou contato com cão tratado.
Fontes
- Bula: permetrina + imidacloprida, pipeta tópica canina
- Bula: permetrina + dinotefuran + piriproxifen, pipeta canina
- Bula: permetrina + butóxido de piperonila + metopreno, pipeta canina
- Bula: permetrina + fipronil + piriproxifen, coleira canina
- MSD Veterinary Manual: ectoparasiticidas, formulações e risco de permetrina em gatos